Melissa Mapping verão 2018: Vlog do desfile e a visita a fábrica de Fortaleza!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Em maio, fomos convidadas pela Melissa e pela assessoria Press Pass para arrumar as malinhas e ir para Fortaleza conhecer a fábrica de lá e assistir ao desfile de verão 2018. Eu assumi essa árdua missão de tirar umas férias e fazer essa trip e decidi fazer um vlog pra registrar tudo.

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Minha história com a Melissa não é recente e foi totalmente sem querer! Quando paro pra pensar na minha carreira, vejo que a Melissa sempre esteve presente de alguma forma. Quer ver só? O primeiro evento de moda que eu cobri na vida em 2009 como repórter, era da Melissa! E a prova está na internet, ou nesse link aqui se você quiser ver e rir de todo o meu jogo de cintura! Depois de muito tempo, em 2014 fui convidada para a co-criação de uma coleção com a marca no primeiro grupo do projeto chamado Melissa Creatives. Eu contei um pouquinho dessa história no post Melissa Trópico Surreal: Minha experiência de co-criação de uma coleção cápsula para a marca.

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Voltando a 2017, ao vlog e e a coleção Melissa Mapping, foram 3 dias em que eu e outras convidadas blogueiras, vlogueiras, instagramers, jornalistas e repórteres, ficamos em um hotel incrível, visitamos a fábrica e assistimos ao desfile. E eu tentei registrar tudo! Se vocês gostarem, já sabe né? Deixa aquele like maroto, deixa um comentário e se inscreve no nosso canal!

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Mulheres viajantes: As dores, as delícias de ser uma mulher viajando sozinha

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Viajar só entre amigas é perigoso? E viajar sozinha? Por que mulheres desacompanhadas por  um homem são colocadas como em uma situação de risco? A cada dia mais proliferam-se dicas em sites e blogs de como as mulheres devem se portar em viagens para não serem um alvo fácil, os conselhos vão desde usar uma aliança falsa até não visitar determinados países sem a companhia de um homem. Tais informações nos trazem indicativos importantes sobre o que é esperado do comportamento de uma mulher.

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Para além disto, será que o fato de nós, mulheres do século XX e XXI viajarmos sozinha se deve ao empoderamento provocado pelo movimento feminista? Ou já tivemos outras mulheres que fizeram o mesmo? A ideia de que nós somos a geração que faz, acontece, tem pressa, tem iniciativa, acaba por criar paralelamente um asco pelo passado. Um passado que lemos como antiquado, em que as pessoas não faziam nada para se satisfazer, em que as mulheres não tinham possibilidades e nem almejavam novos espaços. É uma pressa que engole até mesmo a narrativa.

O que nos falta de fato é fazer as pazes com um passado que em muito se aproxima com a nossa realidade, pois ali também existiram sonhos e frustrações que se assemelham um tanto com as nossas vivências. Uma destas angústias de caráter feminino, é como a sociedade enxerga e avalia mulheres que viajam sem uma companhia masculina. Seja esta análise consciente ou não. Temos vestígios históricos de mulheres que viajam sozinhas desde o século IV. O livro Mulheres Viajantes, da portuguesa Sónia Serrano é uma ótima fonte sobre isto, pois elenca personagens do século IV ao XXI e os seus diferentes objetivos.

Diante de alguns questionamentos próprios sobre como foi pra mim a minha primeira viagem sozinha e as minhas viagens entre amigas, senti a necessidade de falar e contar sobre isto, pois muitas vezes fui abordada como uma mulher corajosa por alguns, e até mesmo, digna de pena, por outros. Afinal, por que gera tanto burburinho? Me parece que algo sai das nossas caixas de normalidade e foi esse ponto que me interessou. Isto está bem relacionado ao que esperam de nós, enquanto mulheres, aos espaços que podemos ocupar. Afinal, vocês já ouviram a expressão “lugar de mulher”? Pois bem, faz parte da estrutura em que estamos inseridos, o regulamento de nossos corpos também (não só os femininos), um poder que atua diretamente nessas relações, o que o filósofo francês Michel Foucault chamará de biopoder. Com essa pulguinha de incômodo sobre o “lugar de mulher” e certa dor depois de ver como muitos reagiram à cobertura midiática sobre a morte das jovens argentinas no Equador, decidi criar o projeto Mulheres Viajantes, em que publico relatos de mulheres que viajam sem companhia masculina, como forma de expor as delícias e as dores, as nossas possibilidades e constituir uma rede de apoio. Um sonho ou não, a minha vontade é que possamos não mais pensar se pode ser perigoso ou não viajar só.

Quer falar mais sobre isso? Vai ter workshop sobre Mulheres Viajantes no Espaço Criativo GWS! Vem saber mais aqui.

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5 COISAS QUE NÃO DOU A MÍNIMA: Dani Mello

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

O 5 coisas que não dou a mínima é uma das tags mais queridinhas aqui do blog. É que na verdade, ela é só uma desculpa pra gente divulgar o trabalho e a personalidade de mulheres incríveis e inspiradoras. A garota da vez é a empresária visionária Dani Mello, fundadora da marca Melon Melon e blogueira old school no Fashion Melon.

Por que a gente considera a Dani visionária? Porque hoje em dia pode ser comum t-shirts com desenhos e frases, mas sem dúvidas uma das primeiras marcas a perceber esse “come back” noventista, em 2010, foi a Melon Melon, antes conhecida como Miss Melon. A marca estourou assim que lançou e fez parte de looks do dia (na época que look do dia era extremamente relevante pra internet), das blogueiras mais conhecidas com a sua t-shirt super copiada até por marcas grandes: “Bisous Bisous”, quem lembra? Quando o boom das t-shirts tomou conta de todas as grifes, a Dani se reinventou mais uma vez e transformou a Melon Melon em uma marca de peças casuais cheias de personalidade e estilo, que conta até com uma linha beachwear maravilhosa e super original.

5 coisas que nao dou a minima por dani mello

Dani se define como uma pessoa que “não para” e diz: “Na minha mente já realizei 256903 projetos a mais do que realmente fiz, mas tento a cada dia por em prática um pouco do que sonho. Trabalho com moda há 11 anos, troquei de profissão depois de ter certeza que era com moda que eu queria trabalhar, era o que sabia de fato fazer, o que me dava prazer.” Desde então Dani já trabalhou em grandes marcas, estagiou, fez assistência, produção de moda, styling, criou uma marca, fez sucesso com ela, correu maratonas, casou, teve um filho (tem outro a caminho!) e tem mais uns 2 ou 3 projetos em andamento, porque essa é a Dani: Ela nunca para!

“Empreendo nesse país, onde nós mulheres não temos tantos privilégios, mas mesmo assim eu não desisto e sei que a cada dia, subo mais um degrau rumo a minha realização pessoal. Além disso, tento sempre ajudar ao próximo, pq eu tenho certeza absoluta que isso me faz uma pessoa melhor… contribuir para o crescimento do outro e o meu próprio é um combustível para mim, me faz ir em frente.” Agora que a gente já sabe um pouquinho mais dessa maravilhosa, que tal saber as 5 coisas que ela não dá a mínima?

1-Opinião alheia

“Não me entendam mal quando digo que não dou a mínima para a opinião alheia, mas desde muito pequena sempre fui assim. Sagitariana nata que sou, sempre tive personalidade forte e soube o que queria, mesmo sendo escolher se queria um picolé ou uma bala… Isso não faz de mim uma pessoa blasé (odeio gente blasé), mas eu realmente não me preocupo se as outras pessoas vão aprovar minhas atitudes. Costumo, obviamente, pensar bastante antes de realizar qualquer coisa, afinal com 34 anos já não sou mais uma criança e tenho responsabilidades, mas enfim, no geral, não me importo.”

2- Tendências de moda

“Ué, mas você  não trabalha com isso, respira isso 24/7? Sim, mas isso não faz nem nunca fará de mim uma “fashion victim”. Tenho real pavor de ver pessoas vestidas em série com a tendência do momento, a bolsa do momento, o sapato do momento ou whataver coisa do momento. Não tenho um estilo definido, depende muito do meu humor, mas procuro não ser vitíma desse mercado e colocar sempre em tudo o que eu visto a minha personalidade.”

3- Restaurantes da moda

“Curto muito comer bem, mas não preciso ir no restaurante X, do lugar ou viagem X para dizer que fui e fazer aquela foto instagramável obrigatória.”

4- Hipsterismo Musical

“Sou uma pessoa mega eclética musicalmente, e me considero uma pessoa musical. A maior parte do tempo em que estou acordada estou escutando algo, mas, escuto de tudo. Tudo mesmo. E tenho pavor daquelas pessoas que acham que sabem mais do que todas as outras, só porque escutam aquela banda que apenas 22 pessoas no mundo escutam. Cago para isso. Vou do Rock’n roll, ao hip hop, ao mpb, ao funk e tb curto um bom sertanejo tristão. Enfim, amo não me rotular musicalmente. Ser livre.”

5- Lasanha

“Nunca dei a mínima para essa comida que todos amam. Não curto e acho sem graça.” 

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Curtiu as 5 coisas que eu não dou a mínima dela? Se identificou? Se inspirou? Conta pra gente!

Pra acompanhar a Dani: Instagram. Blog. Melon Melon

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ESPAÇO CRIATIVO GWS: Tudo que rolou na terceira turma do Clube do Bordado!

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

O Clube do Bordado é um coletivo que desde 2013 busca fomentar a cultura do bordado entre atuantes e simpatizantes do feito a mão. O coletivo é formado por seis sócias-bordadeiras que atuam na elaboração de ilustrações e bordados contemporâneos, além de oficinas por todo o Brasil e Europa.

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Meninas em ação! 

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As meninas do Clube do Bordado já tem carteirinha de sócia do Espaço Criativo GWS! Elas foram uma das primeiras professoras a dar aula por aqui e até agora são as que mais voltaram pra repetir, essa foi a terceira turma! Toda aula tem uma vibe, um tipo de público e de meninas e é impressionante como nos cursos de bordado, a vibe é sempre incrível, divertida e leve. Os dias são sempre deliciosos! Na última passagem delas, foram duas aulas, de manhã, módulo 1, para quem não entende nadinha de bordado e a tarde, módulo 2 com alguns pontos mais avançados.

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O bordado livre abrange muitas das técnicas e pontos de bordado manual. Sem nenhuma restrição ou regra clara, é ideal para deixar a imaginação correr solta! É possível transformar superfícies como tecidos, papéis, bolsas e até fotografias com os pontos que você aprende na oficina. O importate é: Todo mundo sai da aula conseguindo fazer seu próprio bordado!

Ficou com vontade? Então pode comemorar! As meninas voltam para mais um curso de bordado livre no dia 01 de julho aqui no Espaço Criativo GWS! Para se inscrever, clica aqui.

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